A procura da felicidade.

 

Criou-se assim uma sociedade sedenta pelos feriados e finais de semana. Pessoas que acreditam que só podem ser felizes longe do seu ambiente de trabalho. Porém, esse esteriótipo vem sendo modificado e já parece inadequado para os novos padrões que estão se estabelecendo na sociedade globalizada. Passamos a buscar, sim, unir felicidade e trabalho. E o conceito de felicidade aqui atribuído não é ato de estar alegre e sim o bem-estar e a satisfação de fazer o que gosta.

Estamos nos permitindo ganhar menos, contanto que nosso trabalho tenha um propósito e que esse esteja alinhado aos valores individuais. E como consequência dessa escolha há uma melhora na qualidade de vida.

Com essa mudança de pensamento e de atitude, empresas estão com dificuldades na retenção de talentos. Uma vez que os profissionais começam a se questionar:
– Estou construindo algo relevante?
– Qual o legado que vou deixar?
– Tenho orgulho do meu trabalho?
– Sinto orgulho da empresa em que trabalho?
– Gosto do meu trabalho atual?
– E porque não saio da minha zona de conforto e mudo de emprego?
Em contrapartida a esses novos anseios, estudos desenvolvidos comprovam que colaboradores felizes produzem mais, vestem a camisa da empresa e engajam os colegas e a sociedade. Segundo, um estudo desenvolvido pela Gallup, empresa de pesquisa de opinião dos Estados Unidos, profissionais felizes geram aumento de até 22% na produtividade, 21% na lucratividade e 10% na retenção de clientes e que por outro lado há uma diminuição em até 37% no absenteísmo (faltas/ausências ao trabalho), 25% na rotatividade e 48% no acidente de trabalho.

Resumindo, todos os envolvidos saem ganhando, então é sim possível encontrar um emprego onde felicidade e trabalho andem lado a lado.

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